Sobre o Caderno

Caderno publica histórias de gente comum, cidades pequenas e gestos que não cabem no breaking news. Nascemos da frustração com textos que parecem escritos para algoritmo.

Cada edição mistura perfil, crônica e reportagem. Demoramos o tempo que a história pede — às vezes dois dias, às vezes duas semanas.

Somos independentes. Não temos sala em shopping nem conselho de investidores. Temos leitores que voltam porque reconhecem tom humano.

Quer propor uma história? [email protected]

O Caderno surgiu em uma mesa de bar em Ouro Preto, entre jornalistas que sentiam falta de espaço para histórias sem pressa. O primeiro número tinha três textos e um desenho. Hoje mantemos a mesma filosofia: menos volume, mais cuidado.

Trabalhamos com ilustradores e fotógrafos locais sempre que possível. Crédito e pagamento justo são parte da política editorial.

Eventualmente organizamos leituras públicas e encontros com leitores — sem ingresso caro, sem patrocínio opaco.

Como trabalhamos

Cada matéria passa por pelo menos duas leituras editoriais. Checamos nomes, datas, endereços e contexto histórico básico. Quando usamos estimativa, dizemos que é estimativa.

Não reescrevemos releases sem acrescentar reportagem. Não publicamos listas genéricas de 'melhores lugares'. Não usamos título que promete mais do que o texto entrega.

Quem somos

A equipe é pequena e rotativa. Preferimos vozes reais a uniformidade artificial. Colaboradores pontuais são bem-vindos com transparência sobre vínculos.

O que nos move

Acreditamos que informação de qualidade fortalece debate local. Preferimos ser úteis a ser enormes. Se isso ressoa com você, volte semana que vem.

Informação de qualidade depende de leitura atenta e retorno de quem acompanha o trabalho da redação.

Preferimos atualizar matérias a publicar correções escondidas em rodapé sem destaque.

O compromisso editorial é com clareza, não com volume artificial de páginas.

Cada texto publicado passou por revisão humana antes de chegar ao site.

Agradecemos leitores que sinalizam erros — isso fortalece o jornalismo independente.

Contexto local importa tanto quanto manchete nacional quando falamos do Brasil cotidiano.

Transparência sobre métodos e fontes faz parte da política deste veículo.

Não utilizamos linguagem de urgência comercial nem promessas exageradas ao leitor.